Casamento
O noivo só chega à lua de mel.
Noélia Santos
O campeão
Os últimos sempre serão os perdedores.
Alisson da Silva M. Ferreira
Confissão
- Hoje matei o padre!
Joyce Heloísa F. Campos
O Padre marceneiro
Não preguei fé naquela hóstia.
Renan Leão
Texto Coletivo: exercício surrealista.
Tema: O medo
O escuro da minha casa a noite assusta e...
Aquilo que me assusta me desencoraja.
O sofrimento amoroso desperta pavor e...
Magoe-me com sua pior verdade, do que me engane com sua melhor mentira, pois...
Tenho horror à solidão
Tenho pavor de perder quem amo
Horror de perder você e...
Pavor de inveja, nunca tenha contra mim, pois...
Nos torna covardes
Fazer acontecer o que não queremos e...
Do amor, porque ele nos faz sofrer
O pavor está no coração do ser humano!
Tenho pavor do Papai Noel, do homem do saco e do Michael Jackson.
Quando a vejo me sinto
Tenho pavor de pessoas que dormem na sala.
Por muitas vezes acreditamos ter esse sentimento.
Minha sogra me assusta.
17.11.08
Mais textos produzidos na oficina
1929
Nathalia Dantas da Silva
Em 1928, existia um jovem chamado Fabio Souza, alto, branco, com os cabelos curtos, pretos e ondulados. Seus olhos inspiravam confiança e doçura, suas características eram de um perfeito cavalheiro, educado, charmoso, simpático, honesto, humilde apesar de ser rico e morar em uma linda casa.
Ele estava apaixonado por Isabele Pinheiro, uma linda jovem doce, rica, que morava na esquina da mesma rua que Fabio, ela era boa, ajudava os necessitados, era magra, seus cabelos eram longos, loiros e ondulados, andava sempre sorridente pelas ruas.
Fabio começou observar à senhorita Isabele em uma tarde ensolarada na praça, ela caminhava com toda elegância, sem ser esnobe, até que percebeu que estava sendo admirada pelo jovem Fabio, que rapidamente virou constrangido, ficando com sua face vermelha. A senhorita Isabele percebendo o constrangimento, saiu rapidamente.
Ela diariamente pensava em Fabio e o observava disfarçadamente, entretanto, algumas vezes os dois olhavam diretamente um para o outro e suas faces eram tomadas de vermelho, ela se apaixonou profundamente por Fabio.
Isabele olhava Fabio e observava seu jeito cavalheiro e simpático e seus cabelos com a luz do sol e seus olhos pretos que inspiravam confiança. Fabio observava a doçura e a alegria de Isabele.
Um dia, Fabio foi a praça com a intenção de falar com a senhorita Isabele nem que fosse um “Bom dia”. Ao chegar à praça, Fabio viu Isabele de longe sentada no banco lendo um livro “Caminhando nas Chamas". Fabio foi ao seu encontro e sentou no banco onde Isabele estava. Ele começou a falar em poucas palavras: “O dia esta lindo hoje!” Os dois possuíam um excesso de timidez, as primeiras palavras saiam gaguejadas.
Passado algum tempo, eles estavam conversando como se fossem amigos de anos. O livro Isabele deixou encostado no banco, pois a presença de Fabio era mais importante. Isso se tornou algo diário, sempre às três da tarde no banco da praça estavam todos os dias, Fabio e Isabele. Eles sentiam que algo forte sacudia dentro deles e fazia com que quisessem que o relógio parasse. Um dia, à tarde, estavam lindas as flores que invadiam a praça, nas capas das árvores, pelo chão e nos canteiros, impressionavam com sua variedade e cores. Fabio se aproximou de Isabele e o tempo passou rápido, e já eram cinco horas da tarde. Isabele precisava ir para casa, porém, algo incomum aconteceu Fabio com toda delicadeza pegou a mão de Isabele, sentiu como se estivesse tocando em seda pura. Isabele sentiu-se arrepiada e seu coração batia forte, parecia que ia sair pela boca. Fabio com todo cuidado e respeito beijou a mão de sua amada. Isabele saiu em disparada por causa do acontecimento e da sua timidez. Fabio ficou aparentemente calmo como se nada tivesse acontecido. Porém, por dentro, seu coração e seus pensamentos turbilhavam.
Ao chegar em sua casa, Fabio escreveu uma carta escreveu, dizendo:
" Dia 20 de dezembro de 1928
Senhorita Isabele
Escrevo para lhe fazer um pedido: Gostaria que a senhorita comparecesse no lago atrás da praça, às três horas da tarde, amanhã. "
Fabio colocou a carta em um envelope e deixou-a debaixo da porta da casa de Isabele.
Isabele percebendo que alguém deixou um envelope debaixo da porta, pegou e leu. Ao terminar a leitura foi dormir ansiosa para a tarde de amanhã.
Fabio saiu de sua casa em direção ao lago, observou uma pequena floricultura que ficava escondida atrás da fábrica da coca-cola, olhou e viu um lindo buquê com rosas vermelhas e copos de leite. Encantando pela beleza das flores, comprou pensando no sorriso de Isabele, acompanhado ao buquê comprou um ursinho que chamou a atenção por sua meiguice. Ao chegar, percebeu que o lago estava lotado de sapos, que com seu som único, produziam juntos uma verdadeira sinfonia. Sentou-se debaixo de uma linda árvore florida. Ao longe, viu Isabele vindo modificando a paisagem dando mais cor e delicadeza.
Ao chegar, Isabele recebeu o presente acanhada, agradeceu e eles começaram a conversar. Lentamente as palavras saíram da boca de Fabio: “Isabele eu te amo”, isso pareceu ter passado em câmera lenta, Isabele quando voltou a si respondeu: “Eu também”, e saiu. Fabio ficou fora de si, devaneando, pensou no futuro casado com Isabele, vivendo felizes juntos.
Depois daquele dia, não se falaram mais até o fim do ano.
1929.
O ano de 1929 chegou junto com a desgraça do casal, a crise estava tomando conta do país, desemprego, perdas financeiras e muito mais, o pai de Isabele, desesperado com suas perdas se suicidou, a mãe de Isabele decidiu ir para o norte junto de sua família. Rapidamente as malas foram arrumadas e Isabele não teve a oportunidade de se despedir de Fabio. Teve que ir. Deixou uma carta nas mãos de um empregado para entregar a Fabio, a carta dizia:
" Dia 25 de abril de 1929
Fábio,
Tenho que no momento dizer adeus, sem nenhuma esperança de volta, tive que ir embora com minha mãe para a casa dos meu avôs, pois como você já deve estar sabendo a desgraça cobriu minha alma, porém, amo você e gostaria de ficar ao seu lado, mas não posso, espero um dia te encontrar para termos uma vida feliz.
Com amor,
Isabele"
Fabio ao receber e terminar de ler a carta foi tomado por uma escuridão em sua alma, ele gostaria de correr em busca de Isabele, mas não podia.
Passado três anos da partida de Isabele, Fabio continuava triste, mas se conformava com a realidade da vida, ele imaginava que Isabele já estaria casada e que ele também teria que seguir sua vida. Isabele pensava que tudo já tinha se acabado e sentiu-se como se a metade de se coração tivesse ficado com Fabio.
Sua mãe decide voltar para sua casa, pois, gostaria de voltar a morar na cidade, claro que conformada com a morte de seu marido. Isabele ficou um pouco feliz, pois veria de novo Fabio e voltaria tudo como antes, porém pensava que Fabio seguiu sua vida e poderia ter uma grande decepção.
Tanto a mãe de Fabio como a de Isabele falavam em casamento arranjado, entretanto eles negavam, pois em seus corações havia a chama do amor de um pelo outro.
Fabio, num dia ensolarado decidiu ir à praça. Viu uma linda mulher sentada no banco que acendeu seu amor passado, ao se aproximar percebeu que era Isabele, ela olhava os cantos da praça como se procurasse alguém, Fabio não acreditou, coçou os olhos pensando que estivesse delirando.
No momento em que suas cabeças turbilhavam de questionamentos, olhando um para o outro, o grande ato aconteceu: o beijo. Beijo que foi levado durante os anos, prolongando as sensações do primeiro toque, intensificado em milhões de vezes, aprofundando-se em suas almas.
Nathalia Dantas da Silva
Em 1928, existia um jovem chamado Fabio Souza, alto, branco, com os cabelos curtos, pretos e ondulados. Seus olhos inspiravam confiança e doçura, suas características eram de um perfeito cavalheiro, educado, charmoso, simpático, honesto, humilde apesar de ser rico e morar em uma linda casa.
Ele estava apaixonado por Isabele Pinheiro, uma linda jovem doce, rica, que morava na esquina da mesma rua que Fabio, ela era boa, ajudava os necessitados, era magra, seus cabelos eram longos, loiros e ondulados, andava sempre sorridente pelas ruas.
Fabio começou observar à senhorita Isabele em uma tarde ensolarada na praça, ela caminhava com toda elegância, sem ser esnobe, até que percebeu que estava sendo admirada pelo jovem Fabio, que rapidamente virou constrangido, ficando com sua face vermelha. A senhorita Isabele percebendo o constrangimento, saiu rapidamente.
Ela diariamente pensava em Fabio e o observava disfarçadamente, entretanto, algumas vezes os dois olhavam diretamente um para o outro e suas faces eram tomadas de vermelho, ela se apaixonou profundamente por Fabio.
Isabele olhava Fabio e observava seu jeito cavalheiro e simpático e seus cabelos com a luz do sol e seus olhos pretos que inspiravam confiança. Fabio observava a doçura e a alegria de Isabele.
Um dia, Fabio foi a praça com a intenção de falar com a senhorita Isabele nem que fosse um “Bom dia”. Ao chegar à praça, Fabio viu Isabele de longe sentada no banco lendo um livro “Caminhando nas Chamas". Fabio foi ao seu encontro e sentou no banco onde Isabele estava. Ele começou a falar em poucas palavras: “O dia esta lindo hoje!” Os dois possuíam um excesso de timidez, as primeiras palavras saiam gaguejadas.
Passado algum tempo, eles estavam conversando como se fossem amigos de anos. O livro Isabele deixou encostado no banco, pois a presença de Fabio era mais importante. Isso se tornou algo diário, sempre às três da tarde no banco da praça estavam todos os dias, Fabio e Isabele. Eles sentiam que algo forte sacudia dentro deles e fazia com que quisessem que o relógio parasse. Um dia, à tarde, estavam lindas as flores que invadiam a praça, nas capas das árvores, pelo chão e nos canteiros, impressionavam com sua variedade e cores. Fabio se aproximou de Isabele e o tempo passou rápido, e já eram cinco horas da tarde. Isabele precisava ir para casa, porém, algo incomum aconteceu Fabio com toda delicadeza pegou a mão de Isabele, sentiu como se estivesse tocando em seda pura. Isabele sentiu-se arrepiada e seu coração batia forte, parecia que ia sair pela boca. Fabio com todo cuidado e respeito beijou a mão de sua amada. Isabele saiu em disparada por causa do acontecimento e da sua timidez. Fabio ficou aparentemente calmo como se nada tivesse acontecido. Porém, por dentro, seu coração e seus pensamentos turbilhavam.
Ao chegar em sua casa, Fabio escreveu uma carta escreveu, dizendo:
" Dia 20 de dezembro de 1928
Senhorita Isabele
Escrevo para lhe fazer um pedido: Gostaria que a senhorita comparecesse no lago atrás da praça, às três horas da tarde, amanhã. "
Fabio colocou a carta em um envelope e deixou-a debaixo da porta da casa de Isabele.
Isabele percebendo que alguém deixou um envelope debaixo da porta, pegou e leu. Ao terminar a leitura foi dormir ansiosa para a tarde de amanhã.
Fabio saiu de sua casa em direção ao lago, observou uma pequena floricultura que ficava escondida atrás da fábrica da coca-cola, olhou e viu um lindo buquê com rosas vermelhas e copos de leite. Encantando pela beleza das flores, comprou pensando no sorriso de Isabele, acompanhado ao buquê comprou um ursinho que chamou a atenção por sua meiguice. Ao chegar, percebeu que o lago estava lotado de sapos, que com seu som único, produziam juntos uma verdadeira sinfonia. Sentou-se debaixo de uma linda árvore florida. Ao longe, viu Isabele vindo modificando a paisagem dando mais cor e delicadeza.
Ao chegar, Isabele recebeu o presente acanhada, agradeceu e eles começaram a conversar. Lentamente as palavras saíram da boca de Fabio: “Isabele eu te amo”, isso pareceu ter passado em câmera lenta, Isabele quando voltou a si respondeu: “Eu também”, e saiu. Fabio ficou fora de si, devaneando, pensou no futuro casado com Isabele, vivendo felizes juntos.
Depois daquele dia, não se falaram mais até o fim do ano.
1929.
O ano de 1929 chegou junto com a desgraça do casal, a crise estava tomando conta do país, desemprego, perdas financeiras e muito mais, o pai de Isabele, desesperado com suas perdas se suicidou, a mãe de Isabele decidiu ir para o norte junto de sua família. Rapidamente as malas foram arrumadas e Isabele não teve a oportunidade de se despedir de Fabio. Teve que ir. Deixou uma carta nas mãos de um empregado para entregar a Fabio, a carta dizia:
" Dia 25 de abril de 1929
Fábio,
Tenho que no momento dizer adeus, sem nenhuma esperança de volta, tive que ir embora com minha mãe para a casa dos meu avôs, pois como você já deve estar sabendo a desgraça cobriu minha alma, porém, amo você e gostaria de ficar ao seu lado, mas não posso, espero um dia te encontrar para termos uma vida feliz.
Com amor,
Isabele"
Fabio ao receber e terminar de ler a carta foi tomado por uma escuridão em sua alma, ele gostaria de correr em busca de Isabele, mas não podia.
Passado três anos da partida de Isabele, Fabio continuava triste, mas se conformava com a realidade da vida, ele imaginava que Isabele já estaria casada e que ele também teria que seguir sua vida. Isabele pensava que tudo já tinha se acabado e sentiu-se como se a metade de se coração tivesse ficado com Fabio.
Sua mãe decide voltar para sua casa, pois, gostaria de voltar a morar na cidade, claro que conformada com a morte de seu marido. Isabele ficou um pouco feliz, pois veria de novo Fabio e voltaria tudo como antes, porém pensava que Fabio seguiu sua vida e poderia ter uma grande decepção.
Tanto a mãe de Fabio como a de Isabele falavam em casamento arranjado, entretanto eles negavam, pois em seus corações havia a chama do amor de um pelo outro.
Fabio, num dia ensolarado decidiu ir à praça. Viu uma linda mulher sentada no banco que acendeu seu amor passado, ao se aproximar percebeu que era Isabele, ela olhava os cantos da praça como se procurasse alguém, Fabio não acreditou, coçou os olhos pensando que estivesse delirando.
No momento em que suas cabeças turbilhavam de questionamentos, olhando um para o outro, o grande ato aconteceu: o beijo. Beijo que foi levado durante os anos, prolongando as sensações do primeiro toque, intensificado em milhões de vezes, aprofundando-se em suas almas.
João
Rafael Santos
Ele acordou, e se levantou da cama, e foi lavar o rosto, e saiu para comprar o boné. No caminho, ele estava andando despercebido, quando uma rã pulou no seu pescoço, mas ele tinha muito medo de rã, na hora em que a rã pulou, ele levou um susto. Tropeçou na calçada e bateu a boca no chão, quebrou dois dentes.
Depois de um tempo ele foi para casa, lavou a boca e deitou abraçado com o urso de estimação, ele estava muito triste porque não foi comprar o seu boné. Não queria mais sair da cama.
Dois dias depois, seu pai o chamou para ir ao shopping comprar o boné que ele tanto queria. Chegando lá, o carro do pai quebrou e ele começou a chorar, e seu pai que já estava nervoso pelo carro ter quebrado, ficou ainda mais bravo, e já estava perdendo a paciência com ele, quando resolveu chamar o amigo que era mecânico para ver o problema do carro.
Depois de duas horas o carro foi concertado e finalmente o João foi comprar o boné, até que ele achou o boné da Nike que ele queria. João foi para casa muito feliz, com o carro concertado, o boné na cabeça e os dentes quebrados.
Não esperava que fosse assim
Noélia Santos
SINTO-ME UMA PESSOA RIDÍCULA DIANTE DE ALGUMAS PESSOAS QUE ME RODEIAM, NUNCA PENSEI QUE TIVESSE ESSA IMPRESSÃO DE MIM MESMA.
ÀS VEZES, ME VEJO DENTRO DE UMA BOLA QUE DÁ VOLTAS MAS QUE NUNCA TEM O LUGAR CERTO PARA PARAR, VEJO-ME COMO UM PASSADO QUE VOA VOA VOA, E SEM UM LUGAR CERTO PARA FICAR .
ÀS VEZES, ACHO-ME FRACA E INCOMPETENTE, POIS TUDO PARA MIM TEM QUE SER FÁCIL E DO MEU JEITO, MESMO COM AS MINHAS DIFICULDADES, NÃO PROCURO AJUDA A NINGUÉM, PENSO QUE SOU CAPAZ DE FAZER TUDO SOZINHA, MAS NA MAIORIA DAS VEZES NÃO SAEM DO JEITO QUE EU ESPERAVA E HOJE EM DIA PAGO PELOS MEUS ERROS E DIFICULDADES. O QUE EU NÃO IMAGINAVA... MAIS QUE TENHO A CAPACIDADE PARA MUDAR.
Alguns textos produzidos na oficina
Alguns textos produzidos pelos jovens da Turma 117, na oficina de escrita criativa:
“Escritores da Liberdade”.
Projeto desenvolvido junto à obra do Berço em parceria com o Projeto Arquimedes/Assaoc.
De agosto a novembro de 2008.
O Bagunceiro
“Escritores da Liberdade”.
Projeto desenvolvido junto à obra do Berço em parceria com o Projeto Arquimedes/Assaoc.
De agosto a novembro de 2008.
O Bagunceiro
Alisson da Silva M. Ferreira
Tiago era muito bagunceiro e mentiroso, mas nem sempre era assim. Antes de conhecer alguns amigos, ele era uma cara calmo, estudioso e não gostava de brigar. Então, um dia, Tiago estava voltando para casa quando, de repente, se deparou com algo que jamais havia visto antes, uma coisa inacreditável, uma partida de futebol.
Daquele dia em diante, Tiago sempre ficava observando aqueles meninos jogando, até que um dia, eles o chamaram para jogar. Havia sido uma tremenda emoção, e ele não se saiu nada mal, acabou fazendo três gols... Só que contra!
Seu time ficou super revoltado com ele, porém o outro time o defendeu. Depois de conversarem, eles resolveram sair e comemorar a vitória, que para Tiago foi uma coisa boa.
Depois daquele dia, Tiago começou a andar com esse pessoal, e então começou a fazer uma série de maldades, como: matar barata, escrever o nome na lousa, ir para a escola com o tênis desamarrado, e várias outras terríveis!!!
Um dia, resolveu voltar sozinho para casa. Então, no meio do caminho, caiu porque tropeçou em seu cadarço desamarrado, e saiu rolando ladeira abaixo. Por fim, caiu de olho em um prego e morreu.
Na verdade, nem sei se essa história é verdadeira, pois ele acabou de me contar.
A louca
Paula Karine
Isabelle é uma menina completamente fora do comum, seus 17 anos de vida foram vividos de forma intensa e louca. Hoje ela mora sozinha em um apartamento luxuoso, cercado de muito glamour e dinheiro. Isabelle nunca se importou com os sentimentos das outras pessoas, como os de sua mãe e de seu namorado. Ela era tomada pelo ódio, pela ambição e pela inveja. Namorava pelo simples prazer de iludir. Na verdade, Isabelle mantinha um relacionamento com seu pai, que era um homem elegante e muito sedutor, por esse motivo, ela não falava com sua mãe.
Dona Rita, mãe de Isabelle ao saber da história, teve uma crise de loucura, ela se mordia e batia a própria cabeça na parede. Num desses momentos de descontrole Rita foi até a casa de Isabelle. Chegando lá, Rita disse que já sabia de tudo, Isabelle sem saber o quê fazer começou a chorar e a tentar se explicar. Rita, nervosa com tudo isso, tirou sua arma da bolsa, apertou o gatilho e pronto. O crime estava cometido.
Ensina-me universo
Carlos Henrique de Oliveira Souza
Começaremos no tempo de 2216 d.C. com Makami Kusanagi um garoto do Interior de Tókio que tem uma história que, para nós, não é muito normal. Com 15 anos perdeu seu pai e teve que assumir o seu lugar na FDM (Força de Defesa Mundial) na qual protege o mundo dos extraterrestres que invadem a Terra para Roubar umas pedras que caíram há 15 anos.
Uma nave se aproxima da Terra, dois seres pedem permissão para pousar e pegar as pedras (que caíram há algum tempo). Para cumprirem a missão usam uma armadura com armas poderosas, porque Yoshi, um terráqueo, ATACA qualquer ser que pouse na Terra.
Makami, na escola de lutas marciais espaciais, luta contra o seu irmão Moshimi Kusanagi, quando os dois lutam destroem a paisagem, mais Makami não estava lutando com todas as suas forças, pois lutava com seu irmão. Quando o intervalo passou cada um foi para sua sala, Makami olhava para a janela quando entraram duas meninas que ninguém nunca tinha visto na escola. Chamavam-se Sasami, Kazami e Kaide Kazami( irmãs de fato), Makami as olhou espantado com a beleza das duas irmãs. Sakura Yamata olhou para Makami e viu que ele olhava as irmãs e ficou com inveja, já que ela gosta dele mais ele não sabe, mais desde que o pai dele morreu ele não demonstrava nenhuma expressão no rosto, de tristeza ou felicidade, quanto mais de surpresa que ele mostrava naquela hora.
No fim do dia, Makami com sua turma estavam voltando para casa quando ouviram uma explosão perto dali. Como tenente que era da FDM, foi averiguar. Duas pessoas com armaduras atacavam o centro de pesquisa da FDM onde se estudavam as pedras. Makami começou lutar contra os dois seres bem armados que usavam um raio de energia bem poderoso. Ele revidou com uma bola de energia mais poderosa ainda do que aquela que os seres lançaram nele. Lutou corpo a corpo com os dois. Depois de muito tempo de luta eles estavam cansados. Quando Makami lançou uma bola de energia com todas as forças, destruindo uma grande região, os dois seres sumiram, mas deixaram a pedra. Moshimi e sua turma não acreditavam que Makami tinha empatado com os dois seres, então foram para casa com a pedra, logo depois os dois seres aparecem na casa ao lado. Então tiraram a armadura com cuidado por terem se machucado e falando com a mãe “que só não pegaram a pedra porque Yoshi apareceu e ele é muito forte” mais a mãe dizendo para “elas” “Sasami e Kaide não precisam se preocupar porque vocês tem muito tempo para poderem pegá-lo”, falando isso foram todos dormir sendo que Makami estava em cima do telhado pensando que aquele ano seria mais diferente do que os outros.
O Xarope
Jeová Thiago da Silva Lima
Ele é um cara que gostava de guitarra e violão, esse cara se chamava Di.
Ele estava em sua garagem tocando sua guitarra e fazendo seu som, com seu estilo cantor de Rap Americano, brincos grandes com diamantes, camisas largas e calças caindo. Com alguns amigos na garagem, ele cantava sua música, o nome da música era “Venha aqui meu chuchu”. E essa música falava das mães que tratam seus filhos como se fossem bebês.
E na hora que a música acabou, e ficou tudo em silêncio, a mãe dele chegou e disse:
- Vem tomar sua vitamina chuchuzinho!
Quando a mãe de Di saiu, todos seus amigos começaram a zoar com ele, e no dia seguinte quando Di chegou à escola, todo mundo já sabia, e agora ele era motivo de chacota. E não atormentava mais ninguém, no caso, não era mais xarope.
Isabelle é uma menina completamente fora do comum, seus 17 anos de vida foram vividos de forma intensa e louca. Hoje ela mora sozinha em um apartamento luxuoso, cercado de muito glamour e dinheiro. Isabelle nunca se importou com os sentimentos das outras pessoas, como os de sua mãe e de seu namorado. Ela era tomada pelo ódio, pela ambição e pela inveja. Namorava pelo simples prazer de iludir. Na verdade, Isabelle mantinha um relacionamento com seu pai, que era um homem elegante e muito sedutor, por esse motivo, ela não falava com sua mãe.
Dona Rita, mãe de Isabelle ao saber da história, teve uma crise de loucura, ela se mordia e batia a própria cabeça na parede. Num desses momentos de descontrole Rita foi até a casa de Isabelle. Chegando lá, Rita disse que já sabia de tudo, Isabelle sem saber o quê fazer começou a chorar e a tentar se explicar. Rita, nervosa com tudo isso, tirou sua arma da bolsa, apertou o gatilho e pronto. O crime estava cometido.
Ensina-me universo
Carlos Henrique de Oliveira Souza
Começaremos no tempo de 2216 d.C. com Makami Kusanagi um garoto do Interior de Tókio que tem uma história que, para nós, não é muito normal. Com 15 anos perdeu seu pai e teve que assumir o seu lugar na FDM (Força de Defesa Mundial) na qual protege o mundo dos extraterrestres que invadem a Terra para Roubar umas pedras que caíram há 15 anos.
Uma nave se aproxima da Terra, dois seres pedem permissão para pousar e pegar as pedras (que caíram há algum tempo). Para cumprirem a missão usam uma armadura com armas poderosas, porque Yoshi, um terráqueo, ATACA qualquer ser que pouse na Terra.
Makami, na escola de lutas marciais espaciais, luta contra o seu irmão Moshimi Kusanagi, quando os dois lutam destroem a paisagem, mais Makami não estava lutando com todas as suas forças, pois lutava com seu irmão. Quando o intervalo passou cada um foi para sua sala, Makami olhava para a janela quando entraram duas meninas que ninguém nunca tinha visto na escola. Chamavam-se Sasami, Kazami e Kaide Kazami( irmãs de fato), Makami as olhou espantado com a beleza das duas irmãs. Sakura Yamata olhou para Makami e viu que ele olhava as irmãs e ficou com inveja, já que ela gosta dele mais ele não sabe, mais desde que o pai dele morreu ele não demonstrava nenhuma expressão no rosto, de tristeza ou felicidade, quanto mais de surpresa que ele mostrava naquela hora.
No fim do dia, Makami com sua turma estavam voltando para casa quando ouviram uma explosão perto dali. Como tenente que era da FDM, foi averiguar. Duas pessoas com armaduras atacavam o centro de pesquisa da FDM onde se estudavam as pedras. Makami começou lutar contra os dois seres bem armados que usavam um raio de energia bem poderoso. Ele revidou com uma bola de energia mais poderosa ainda do que aquela que os seres lançaram nele. Lutou corpo a corpo com os dois. Depois de muito tempo de luta eles estavam cansados. Quando Makami lançou uma bola de energia com todas as forças, destruindo uma grande região, os dois seres sumiram, mas deixaram a pedra. Moshimi e sua turma não acreditavam que Makami tinha empatado com os dois seres, então foram para casa com a pedra, logo depois os dois seres aparecem na casa ao lado. Então tiraram a armadura com cuidado por terem se machucado e falando com a mãe “que só não pegaram a pedra porque Yoshi apareceu e ele é muito forte” mais a mãe dizendo para “elas” “Sasami e Kaide não precisam se preocupar porque vocês tem muito tempo para poderem pegá-lo”, falando isso foram todos dormir sendo que Makami estava em cima do telhado pensando que aquele ano seria mais diferente do que os outros.
O Xarope
Jeová Thiago da Silva Lima
Ele é um cara que gostava de guitarra e violão, esse cara se chamava Di.
Ele estava em sua garagem tocando sua guitarra e fazendo seu som, com seu estilo cantor de Rap Americano, brincos grandes com diamantes, camisas largas e calças caindo. Com alguns amigos na garagem, ele cantava sua música, o nome da música era “Venha aqui meu chuchu”. E essa música falava das mães que tratam seus filhos como se fossem bebês.
E na hora que a música acabou, e ficou tudo em silêncio, a mãe dele chegou e disse:
- Vem tomar sua vitamina chuchuzinho!
Quando a mãe de Di saiu, todos seus amigos começaram a zoar com ele, e no dia seguinte quando Di chegou à escola, todo mundo já sabia, e agora ele era motivo de chacota. E não atormentava mais ninguém, no caso, não era mais xarope.
Meu Coração Sofrido
Jéssica Maria Marcelino
Meu coração tão grande,
tão cheio de amor.
Meu coração sincero,
amigo e acolhedor.
Meu coração tão bom e sem maldade,
um coração cheio de qualidades.
Não entendo porque às pessoas amadas
fazem meu coração sofrer.
Não sei se mereço,
pois não fiz por merecer.
Tudo isso só deve ter uma explicação:
a culpa não é minha, mas do próximo que me faz sofrer.
E com esse desprezo,
meu coração
sofrido
aprendeu a viver.
Jéssica Maria Marcelino
Meu coração tão grande,
tão cheio de amor.
Meu coração sincero,
amigo e acolhedor.
Meu coração tão bom e sem maldade,
um coração cheio de qualidades.
Não entendo porque às pessoas amadas
fazem meu coração sofrer.
Não sei se mereço,
pois não fiz por merecer.
Tudo isso só deve ter uma explicação:
a culpa não é minha, mas do próximo que me faz sofrer.
E com esse desprezo,
meu coração
sofrido
aprendeu a viver.
O contra
José Alisson Silva Sobral
O time do São Paulo futebol clube convidou a minha comunidade para tirar um contra no CT de treinamento do São Paulo. Foram os melhores, eu e mais uns 15 jogadores da comunidade, lá estava o time principal do São Paulo e no gol, meu ídolo, o goleiro artilheiro Rogério Ceni. O meu time não conseguia fazer nem um gol no Rogério, isso foi deixando todo o time muito nervoso. Falta perto da grande área. Rogério Ceni na bola: gol do São Paulo. O meu time não levou na esportiva, e o que eu não sabia, é que a maioria dos jogadores do meu time era corintiano. "Bandidões'' da pesada, eles tinham muita inveja do goleiro artilheiro.
Final do jogo, perdemos por 3 x 0. Os três gols de Rogério. O meu time decidiu fazer um ato de crueldade com ele, eu não queria participar mas o dinheiro falou mais alto naquele momento. Ai nós simplesmente roubamos o cartão de crédito e o carro dele, seqüestramos as filhas dele, e como uma forma de carinho esquartejamos a sua mulher. Quanto às filhas, ele tinha que dar graças a Deus porque não fomos capazes de fazer nada, então mandamos as garotas para a Disney. Brincar é claro, e com uma pessoa especial, o astro da música pop e adorado pelas criancinhas, Michael Jackson.
Eu decidi, e tive muita coragem, contar tudo para o Rogério, que estava na Colômbia. O que eu não sabia é que um jogador do meu time me perseguia na viagem, ele descobriu que eu tinha dado com a língua nos dentes e demonstrando plena “amizade” ele contratou um amigo que morava na Colômbia, o querido e amado Abadias. Convidado para um contra, ele não pensou duas vezes. Armaram uma emboscada, nós driblamos, mas na barreira tinha um velho amigo de Abadias chamado Ritlle que formou um ataque fulminante com Osama Bin Laden que, em uma bela tabela rápida, fuzilaram o meu time.
Final da história: morreram eu e Rogério Ceni enforcados, apedrejados, queimados e baleados.
Se eu fosse eu...
Joyce Heloísa F. Campos
Se eu fosse eu, a maioria das pessoas me odiariam pela minha sinceridade, outras, simplesmente, pisariam em mim, pelo medo absurdo que eu tenho, mas que procuro o tempo todo não demonstrar!
Se eu fosse eu, choraria o tempo todo, para assim, tentar aliviar as minhas angústias. Demonstraria de todos os modos a dor e a raiva que tenho guardado dentro de mim, lutaria com todas as forças pra conseguir o amor daquele que realmente quero!
Se eu fosse eu, a maioria das minhas atitudes seriam erradas, pois eu faria as coisas sem pensar nas conseqüências, meus inimigos teriam medo de mim, pois conheceriam a pessoa vingativa que eu sou mas que, pelo fato de ter aprendido que vingança não leva a lugar nenhum, procuro não demonstrar e controlar esse meu lado.
Se eu fosse eu, mataria aqueles que me machucam e aqueles que odeio. Simplesmente, seria eu mesma sem me preocupar com o resto do mundo!
A Pequena Grande Paula
Michelle Alves de Souza
Paula é uma pessoa que trabalhava muito, quando estava em algum serviço sempre dava o melhor de si em tudo que fazia. Paula trabalhava em uma casa de família, era Baba e faxineira, cuidava de duas crianças uma de um ano e outra de três. Ela se dava muito bem com sua patroa Edna, tanto que sempre todas as quintas-feiras e sextas, ela a liberava mais cedo pra que saísse com seus amigos. Paula sempre ia a um quiosque que tinha ali perto de sua casa.
Toda sexta o marido de sua patroa chegava em casa mais cedo, apesar de Paula sair mais cedo toda sexta, quando o marido de sua patroa chegava Paula ainda estava lá, cuidando das crianças e arrumando a casa. Um dia o marido de sua patroa chegou meio diferente, começou a olhar pra Paula de uma maneira que não era de costume dele. Paula começou a perceber o jeito que ele a estava olhando e tentava ficar o mais afastada possível para evitar algum tipo de desrespeito da parte dele. Mas não conseguiu, Paula se sentiu muito mal em saber que o marido de sua patroa estava dando em cima dela, e não pensou duas vezes ao tomar a atitude de falar com sua Patroa. Paula ainda se sentindo muito envergonhada apesar do erro não ter sido dela, pediu demissão.
Mas depois de algum tempo começou a passar necessidades e viu que precisava arrumar um emprego de qualquer forma, tentou arrumar todos os tipos de emprego e não conseguia, e por ela estar precisando muito de dinheiro teve que tomar uma decisão muito difícil. Paula pensou por muitas vezes se era esse o caminho que deveria tomar. Mas como não tinha mais jeito, seguiu o caminho da prostituição. Ainda como prostituta ela tentava arrumar emprego, pois se surgisse algo mais decente, Paula aceitaria e sairia daquela vida.
Numa noite como outra qualquer, Paula saiu para trabalhar na rua. Depois de passarem vários carros, um parou e baixou o vidro, quando Paula, obviamente, pensou que fosse algum homem querendo programa , olhou para ver e teve uma surpresa , era a sua patroa que estava dentro do carro, e falou:
- Passei por aqui algumas vezes agora pouco e não consegui acreditar que era você, é muito triste ver você aqui Paula, sei que você não queria estar nessa situação, sei também que você está aqui por necessidade, eu entendo...mas você não precisa passar por isso, volte a trabalhar pra mim , cuidar dos meu filhos e da minha casa. Depois daquele dia, separei do meu marido, e eu quero que você volte!
Paula muito agradecida e também envergonhada, aceitou a trabalhar na casa dela de novo e, a partir daquele dia, deu mais valor a si.
Confissão Policial
Renan Leão
Estava percorrendo um beco escuro e sombrio numa periferia de Nova York, atrás de um ladrão que acabara de roubar uma padaria. Minhas pernas bamboleavam, meu corpo todo estremecia. O beco parecia um labirinto, em cada canto que eu entrava tinham mais três dentro dele. De repente, ouço o som de uma panela caindo no chão, fui ver o que era aquele barulho, mas quando cheguei lá não vi nada e continuei a seguir pelos becos, ouvi gritos de socorro de mulher e fui em direção ao som, quando cheguei, vi o vulto de um homem que se parecia com o ladrão que eu estava procurando. Estava tão escuro o beco que não conseguia ver quase nada, apontei lentamente minha arma para ele e, bastante trêmulo, fui em sua direção, e consegui chegar perto o suficiente para pegá-lo, encostei a arma na cabeça dele e disse:
-Ponha as mãos na cabeça e encoste na parede!
Revistei os seus bolsos e achei mil e quinhentos dólares.
Coloquei as algemas nele e o levei para o meu carro, deixei ele no banco de trás e me sentei no banco do motorista. Liguei o carro, abri o porta luvas, peguei meu gravador e disse:
-Clark Daves, dia 14 de setembro de 2003, às 23:38, mais um caso resolvido. Estou indo para a delegacia, prendi um ladrão de um metro e setenta e dois centímetros, aparenta ter 26 anos, roubou mil e quinhentos dólares de uma padaria.
Clark Daves, desligando.
José Alisson Silva Sobral
O time do São Paulo futebol clube convidou a minha comunidade para tirar um contra no CT de treinamento do São Paulo. Foram os melhores, eu e mais uns 15 jogadores da comunidade, lá estava o time principal do São Paulo e no gol, meu ídolo, o goleiro artilheiro Rogério Ceni. O meu time não conseguia fazer nem um gol no Rogério, isso foi deixando todo o time muito nervoso. Falta perto da grande área. Rogério Ceni na bola: gol do São Paulo. O meu time não levou na esportiva, e o que eu não sabia, é que a maioria dos jogadores do meu time era corintiano. "Bandidões'' da pesada, eles tinham muita inveja do goleiro artilheiro.
Final do jogo, perdemos por 3 x 0. Os três gols de Rogério. O meu time decidiu fazer um ato de crueldade com ele, eu não queria participar mas o dinheiro falou mais alto naquele momento. Ai nós simplesmente roubamos o cartão de crédito e o carro dele, seqüestramos as filhas dele, e como uma forma de carinho esquartejamos a sua mulher. Quanto às filhas, ele tinha que dar graças a Deus porque não fomos capazes de fazer nada, então mandamos as garotas para a Disney. Brincar é claro, e com uma pessoa especial, o astro da música pop e adorado pelas criancinhas, Michael Jackson.
Eu decidi, e tive muita coragem, contar tudo para o Rogério, que estava na Colômbia. O que eu não sabia é que um jogador do meu time me perseguia na viagem, ele descobriu que eu tinha dado com a língua nos dentes e demonstrando plena “amizade” ele contratou um amigo que morava na Colômbia, o querido e amado Abadias. Convidado para um contra, ele não pensou duas vezes. Armaram uma emboscada, nós driblamos, mas na barreira tinha um velho amigo de Abadias chamado Ritlle que formou um ataque fulminante com Osama Bin Laden que, em uma bela tabela rápida, fuzilaram o meu time.
Final da história: morreram eu e Rogério Ceni enforcados, apedrejados, queimados e baleados.
Se eu fosse eu...
Joyce Heloísa F. Campos
Se eu fosse eu, a maioria das pessoas me odiariam pela minha sinceridade, outras, simplesmente, pisariam em mim, pelo medo absurdo que eu tenho, mas que procuro o tempo todo não demonstrar!
Se eu fosse eu, choraria o tempo todo, para assim, tentar aliviar as minhas angústias. Demonstraria de todos os modos a dor e a raiva que tenho guardado dentro de mim, lutaria com todas as forças pra conseguir o amor daquele que realmente quero!
Se eu fosse eu, a maioria das minhas atitudes seriam erradas, pois eu faria as coisas sem pensar nas conseqüências, meus inimigos teriam medo de mim, pois conheceriam a pessoa vingativa que eu sou mas que, pelo fato de ter aprendido que vingança não leva a lugar nenhum, procuro não demonstrar e controlar esse meu lado.
Se eu fosse eu, mataria aqueles que me machucam e aqueles que odeio. Simplesmente, seria eu mesma sem me preocupar com o resto do mundo!
A Pequena Grande Paula
Michelle Alves de Souza
Paula é uma pessoa que trabalhava muito, quando estava em algum serviço sempre dava o melhor de si em tudo que fazia. Paula trabalhava em uma casa de família, era Baba e faxineira, cuidava de duas crianças uma de um ano e outra de três. Ela se dava muito bem com sua patroa Edna, tanto que sempre todas as quintas-feiras e sextas, ela a liberava mais cedo pra que saísse com seus amigos. Paula sempre ia a um quiosque que tinha ali perto de sua casa.
Toda sexta o marido de sua patroa chegava em casa mais cedo, apesar de Paula sair mais cedo toda sexta, quando o marido de sua patroa chegava Paula ainda estava lá, cuidando das crianças e arrumando a casa. Um dia o marido de sua patroa chegou meio diferente, começou a olhar pra Paula de uma maneira que não era de costume dele. Paula começou a perceber o jeito que ele a estava olhando e tentava ficar o mais afastada possível para evitar algum tipo de desrespeito da parte dele. Mas não conseguiu, Paula se sentiu muito mal em saber que o marido de sua patroa estava dando em cima dela, e não pensou duas vezes ao tomar a atitude de falar com sua Patroa. Paula ainda se sentindo muito envergonhada apesar do erro não ter sido dela, pediu demissão.
Mas depois de algum tempo começou a passar necessidades e viu que precisava arrumar um emprego de qualquer forma, tentou arrumar todos os tipos de emprego e não conseguia, e por ela estar precisando muito de dinheiro teve que tomar uma decisão muito difícil. Paula pensou por muitas vezes se era esse o caminho que deveria tomar. Mas como não tinha mais jeito, seguiu o caminho da prostituição. Ainda como prostituta ela tentava arrumar emprego, pois se surgisse algo mais decente, Paula aceitaria e sairia daquela vida.
Numa noite como outra qualquer, Paula saiu para trabalhar na rua. Depois de passarem vários carros, um parou e baixou o vidro, quando Paula, obviamente, pensou que fosse algum homem querendo programa , olhou para ver e teve uma surpresa , era a sua patroa que estava dentro do carro, e falou:
- Passei por aqui algumas vezes agora pouco e não consegui acreditar que era você, é muito triste ver você aqui Paula, sei que você não queria estar nessa situação, sei também que você está aqui por necessidade, eu entendo...mas você não precisa passar por isso, volte a trabalhar pra mim , cuidar dos meu filhos e da minha casa. Depois daquele dia, separei do meu marido, e eu quero que você volte!
Paula muito agradecida e também envergonhada, aceitou a trabalhar na casa dela de novo e, a partir daquele dia, deu mais valor a si.
Confissão Policial
Renan Leão
Estava percorrendo um beco escuro e sombrio numa periferia de Nova York, atrás de um ladrão que acabara de roubar uma padaria. Minhas pernas bamboleavam, meu corpo todo estremecia. O beco parecia um labirinto, em cada canto que eu entrava tinham mais três dentro dele. De repente, ouço o som de uma panela caindo no chão, fui ver o que era aquele barulho, mas quando cheguei lá não vi nada e continuei a seguir pelos becos, ouvi gritos de socorro de mulher e fui em direção ao som, quando cheguei, vi o vulto de um homem que se parecia com o ladrão que eu estava procurando. Estava tão escuro o beco que não conseguia ver quase nada, apontei lentamente minha arma para ele e, bastante trêmulo, fui em sua direção, e consegui chegar perto o suficiente para pegá-lo, encostei a arma na cabeça dele e disse:
-Ponha as mãos na cabeça e encoste na parede!
Revistei os seus bolsos e achei mil e quinhentos dólares.
Coloquei as algemas nele e o levei para o meu carro, deixei ele no banco de trás e me sentei no banco do motorista. Liguei o carro, abri o porta luvas, peguei meu gravador e disse:
-Clark Daves, dia 14 de setembro de 2003, às 23:38, mais um caso resolvido. Estou indo para a delegacia, prendi um ladrão de um metro e setenta e dois centímetros, aparenta ter 26 anos, roubou mil e quinhentos dólares de uma padaria.
Clark Daves, desligando.
Vingança posterior
Cássia Lettícia Pereira da Silva
Raquel era uma aluna veterana da Faculdade de Letras, na divisa de duas cidades paulistanas. Não tinha muitos amigos, até porque era a primeira vez que estava cursando a faculdade, porém a antipatia que os alunos dessa faculdade sentiam por ela era visível.
Havia lá uma aluna que se chamava Laila. Laila e Raquel eram inimigas. Certo dia, Raquel encontrou um bilhete colado em seu fichário, com frases agressivas que Raquel identificou rapidamente pelas iniciais das palavras, mas ela não esperou para ler toda frase, pois sabia quem o havia escrito. Foi tirar satisfações com Laila, mas, de repente, se transformou em uma aranha, sem mais nem menos, tinha seis pernas e pêlos por todo o corpo. Raquel lamentou não poder falar mal da carrasca, mas ainda em choque foi picar Laila, que se encontrava logo ali no corredor. Lá foi Raquel meio atrapalhada com suas novas patas, fez uma pequena teia entre a calça de Laila e a parede. Foi de fato fácil e intrigante. Subiu no braço de Laila e a picou. A garota gritou e, no mesmo instante, a nova aranha Raquel saltou e se escondeu, e assim passou a vida toda, se escondendo, fazendo teias, e picando seus inimigos mais ferrenhos e detestáveis.
5.11.08
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